Arquivo mensal: setembro 2012

VI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público – Direitos Autorais e Economia Criativa: perspectivas para o desenvolvimento

Padrão


Nos dias 8 e 9 de outubro do corrente ano, na Capela Santa Maria em Curitiba, o Grupo de Estudos de Direitos

Autorais e Informação – GEDAI em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná – UFPR realizará o VI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que neste ano tem como temática central Direitos Autorais e Economia Criativa: perspectivas para o desenvolvimento.

http://www.cultura.gov.br/economiacriativa/vi-congresso-de-direito-de-autor-e-interesse-publico-direitos-autorais-e-economia-criativa-perspectivas-para-o-desenvolvimento/

Política – Quem manda, Porque manda, Como manda.

Padrão

Trecho do Livro de João Ubaldo Ribeiro, Política – Quem manda, Porque Manda, Como Manda. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998.

“(…) Os americanos, muito práticos, costumam dizer que “o poder é a capacidade de influenciar o comportamento das pessoas”. Isto ainda não explica o que vem a ser o tal poder, pois apenas troca uma palavra ou outra — ficamos no ar sobre o que seria essa “capacidade”. Mas ajuda a entender que, se a Política tem a ver com o poder e se o poder visa a alterar o comportamento das pessoas, é evidente que o ato político possui dois aspectos que aparecem de pronto: a) um interesse; b) uma decisão. Raciocinemos da seguinte forma:
a) se alguém deseja influenciar ou modificar o comportamento das
pessoas, esse alguém tem um interesse que deseja ver
implementado pela modificação pretendida, seja ele ditado por
conveniências pessoais, de grupo, religiosas, morais etc;
b) o objetivo configurado pelo interesse só pode ser conseguido por
uma decisão que efetivamente venha a alterar o comportamento
das pessoas — seja esta decisão imposta, consensual, de maioria
etc.
Podemos assim tornar mais confortável e manobrável nosso conceito
de Política. Neste caso, a Política passa a ser entendida como um processo
através do qual interesses são transformados em objetivos e os objetivos
são conduzidos à formulação e tomada de decisões efetivas, decisões que
“vinguem”. O termo “poder” é claro, continua a ter utilidade, mas já
sabemos que ele é enganoso e vago. O que interessa é o desenrolar do
jogo, acompanhado de seu resultado. Em linguagem mais formal, o que
interessa é o processo de formulação e tomada de decisões.
Para trocar em miúdos tudo isto, pode-se afirmar que a Política
tem a ver com quem manda, por que manda, como manda. Afinal,
mandar é decidir, é conseguir aquiescência, apoio ou até submissão. Mas
é também persuadir. Não se trata, como já foi dito, de um processo
simples, e ninguém pode alegar compreendê-lo integralmente, apesar dos
esforços dos estudiosos, que há milhares de anos vêm tentando dissecá-lo,
analisá-lo e categorizá-lo. Em toda sociedade, desde que o mundo é
mundo, existem estruturas de mando. Alguém, de alguma forma, manda
em outrem; normalmente uma minoria mandando na maioria. Este fato
está no centro da Política.

Curiosidade do dia, 27 de Setembro, Dia Nacional do Idoso

Padrão

Hoje é um dia muito importante, nossa cultura precisa ser transformada e os idosos precisam ser valorizados, pois já trabalharam, já contribuíram, já viveram e podem ensinar muito para todos nós, principalmente a educação, o respeito e principalmente a PACIÊNCIA. Parabéns!

Charge do dia – O que acontece com a “Dilma da Dilma”?

Padrão

É muito interessante, interessantíssimo a saída da “Dilma da Dilma” da Casa Civil… E não venham com essa que é para a disputa no Paraná.

 

“Nome aos bois” – Parte 2

Padrão

Por

Roseli Abrão, quarta-feira, 26 de setembro de 2012.

 

Ao que tudo indica o candidato do PDT à prefeitura de Curitiba, Gustavo Fruet, está seguindo o “conselho” da cientista política Vanessa Fontana . No programa eleitoral no rádio começou a dar “nomes aos bois”. Falta agora o da TV.

Fruet citou nominalmente o prefeito Luciano Ducci e o candidato do PSC, Ratinho Júnior.

Em artigo reproduzido por este blog, Vanessa disse que se Fruet quer ir ao segundo turno tem que começar a “dar nomes aos bois”, não apenas insinuar.

Fonte: http://www.roseliabrao.com/index.php?id=2027