Arquivo mensal: janeiro 2013

Quando a morte instrui a Lei

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Quando a morte ensina a vida e quando a morte instrui a Lei.

Morte e Lei

Morte e Lei

A tragédia de Santa Maria é um tema caro, pois estamos falando de vidas que nunca mais voltarão! Mas obviamente os poderes legalmente constituídos precisam adotar posturas para evitar outros episódios lamentáveis como este.

Considero que também é “leviano” afirmar que o Deputado Francischini é oportunista, pois o papel do parlamentar é adequar e dar resposta para os problemas que vão surgindo. Pois bem, a norma aponta qual o tipo de espuma que deve ser utilizado para fazer isolamento acústico, no entanto, não diz qual deve ser o tamanho da PENA para quem desrespeita essas “normas técnicas”, ou seja, além de atender a essas normas os empresários das casas noturnas devem TEMER  o tamanho da pena, caso penser em utilizar o material que não está previsto ou permitir o uso de materiais não autorizados.

Explico porque. Podemos traçar um infeliz paralelo com o trânsito enquanto a multa e a detenção não foram estabelecidas legalmente, por meio de lei, os condutores não a respeitavam. Então é preciso PENAS SEVERAS E MULTAS ALTAS e isso só por meio de legislação pode acontecer.

Daí não vejo como negativa ou pejorativa o papel do Deputado. Ele é Deputado para isso!

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Visita ao Conselho Estadual de Educação

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conselho estadual de educação

Hoje tive a oportunidade de visitar o Conselho Estadual de Educação – CEE. Fui recebida por um funcionário muito atencioso, prestativo e com um profundo conhecimento sobre a história e o papel do CEE, especialmente junto à Câmara de Educação Superior.

O Sistema Estadual de Ensino no Paraná cumpre o papel que o Ministério da Educação possui junto ao credeciamento das  Instituições Privadas e Federais. Sendo assim, o CEE segue trâmites extremamente semelhantes aos do MEC. Então, tudo o que diz respeito ao credenciamento, recredenciamento de cursos e Instituições acontece junto ao CEE.

O objetivo foi compreender o papel do CEE e o andamento quanto a institucionalização da UNESPAR.

O Leviatã no Brasil dorme

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sem fiscalização, lei fica só no papel

sem fiscalização, lei fica só no papel

Fiquei pasma ao ouvir um Cel da Brigada gaúcha em Santa Maria dizendo que: “As autoridades precisam fiscalizar essas casas noturnas” ora pois, e ele é o quê???

“Pelo amor do guarda belo”, se um policial gaúcho da mais alta patente é capaz de conceder uma entrevista em rede nacional com essas palavras, “significa nada mais nada menos “que estamos perdidos pois o nosso Leviatã está na mais profunda letargia… um Cel Bombeiro, gáucho, na cidade de Santa Maria cobrando fiscalização?

É um pesadelo!

A vida segue inspirada na gaúcha D. Elaine

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Homenagem a gaúcha Elaine. Hoje me aposso da frase de Euclides da Cunha e digo, a gaúcha é antes de tudo forte!

Homenagem a gaúcha Elaine. Hoje me aposso da frase de Euclides da Cunha e digo, a gaúcha é antes de tudo forte!

Agora, pela manhã acabo de ouvir uma mãe gaúcha. D. Elaine, falando da sua perda, pois dali a minutos enterraria o seu filho de 21 anos, morto na tragédia de Santa Maria. Após o enterro irá para Porto Alegre ver seu outro filho internado em estado grave, também ferido na tragédia.

Nunca vi uma mulher tão forte! Com um pouco mais de 60 anos, altiva, guerreira, forte, corajosa diante da vida e das tragédias que passamos para poder vivê-la. Observá-la somente, observá-la, ainda que no meio da tragédia nos oferece coragem para viver.

Santa Maria, todos estamos sofrendo!

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Luto!

Luto, por Santa Maria

Luto, por Santa Maria

Não há como expressar a dor vivida pelas famílias que perderam seus amores nesta madrugada de domingo, dia 27, na Casa Noturna Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Quando ouvi a notícia imediatamente me choquei, pois já imaginei que eram jovens, pois Santa Maria é uma cidade universitária.

Solidariedade neste primeiro momento, pois no segundo momento ocorrerão as responsabilizações e veremos que mais uma vez o Estado brasileiro é inoperante em suas fiscalizações.

Gleisi não é a “Dilma da Dilma”

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Atores políticos no Paraná

Atores políticos no Paraná

Aqui na Província do Paraná os que gostam de “política” pautam a Ministra Gleisi como a “Dilma da Dilma”. Esta difícil, muito difícil, porque entre ela e a Dilma existe um prefeito que é o preferido de Lula que é o Haddad.  Bom, todo Prefeito de São Paulo é um forte candidato para a presidência. Um pupilo discreto, mas muito forte!

Aí veremos quem tem o poder Dilma ou Lula. Eu aposto no Lula, infelizmente. O PSDB precisa se firmar como oposição.

O cenário político para as próximas eleições aqui nestas paragens está nebuloso. O Ratinho Jr. pode vir como vice do Richa, péssima escolha na minha opinião, mas até pode dar um “caldo”, mas o eleitor está infeliz com ele.

Gleisi pode vir também, mas tenho muitas dúvidas e há petistas próximos a ela que asseguram que ela não sai.

Bom, de todo modo, essa eleição já perdeu a graça, pois se esse desenho se firmar será mais do mesmo.

 

 

A presença de Ratinho Jr. em ninho tucano não está sendo bem digerida

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Ninho tucano será espinhoso para Ratinho Jr.

Ninho tucano será espinhoso para Ratinho Jr.

Não há nada de científico no meu procedimento, mas conversei com cidadãos comuns, ou seja, aqueles que não ligam muito para a política, na linha do Schumpeter, ou seja, estão mais voltados aos seus próprios interesses e descobri o seguinte.

Pois bem, das 30 pessoas com as quais conversei, TODOS que votaram no Ratinho ficaram decepcionados com o seu ingresso no governo tucano e  na próxima eleição vão tucanar, isto é abandonarão o Ratinho na urna.

Nesse contexto, peço para que algum iluminado me esclareça porque um político como o Ratinho Jr. abandona seu mandato federal para ficar aqui na Província?

Eu mesma, em conversas breves, encontrei uma tênue tendência, porque o Ratinho Jr. não procurou uma consultoria antes de tomar uma decisão política desse porte?  E pior, o Ratinho Jr. em nenhum momento justificou para os seus eleitores porque está deixando Brasília, nem uma única palavra.

Quanto mais acompanho essas decisões, mais percebo a falta que os cientistas políticos (as) fazem nas assessorias. As decisões parecem intempestivas e mal pensadas.

Bom, a próxima eleição dirá.