Arquivo mensal: fevereiro 2014

O PMDB levantou a bandeira das “escolhas”

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escolhas

escolhas

A mensagem foi: reflitam sobre o peso das suas escolhas…

Acabo de assistir a Propaganda Eleitoral Gratuita do PMDB e gostei. Um corpo de balé, nova linguagem, nova imagem,  nova abordagem, uma nova mensagem, enfim um “novo” marketing. Adotaram o discurso de valorização da política e da interferência da mesma na vida de todos os brasileiros, ou seja, é importante perceber o papel que a política desempenha na vida de todos.

Destacaram também o conceito de escolha e da responsabilidade que temos, utilizaram como paralelo, escolhas da vida pessoal que tem reflexos na coletividade.  E como decisões tomadas na juventude interferem na vida adulta, alertando que a nossa escolha política, por meio dos candidatos oferecidos, também tem consequências.

Já que o PSDB como “pretensa oposição”, não conseguiu se reinventar o PMDB está construindo um caminho, quem sabe, para 2018.

Pois bem, a missão do PMDB de que a  mensagem chegue até o eleitores não é fácil, pois temos um imaginário social construído ao longo de inúmeras décadas de desvalorização da categoria de políticos e que até os “mais estudados” confundem com a política. Infelizmente vivemos numa república bacharelesca em que alguns expoentes, empresários e profissionais liberais, adoram dizer que detestam política, confundindo ainda mais uma já confusa população. A chamada classe média nem tenho coragem de mencionar, quando digo a minha profissão, ouço desde exclamações excitadas até olhares de reprovação, ou seja, extremos.

Quem sabe o PMDB batendo na tecla consegue alguma coisa, para quem não tem nada, alguma coisa já é um avanço.

A minha linda plantação de café…

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Na última semana ouvi uma socióloga defendendo o Programa Federal Mais Médicos e as suas maravilhas…

Defender o Mais Médicos é o mesmo que dizer: olhe a minha linda plantação…

Plantação de Café

Plantação de Café

Deslumbrante…

Mas um olhar  mais atento, no sentido antropológico, observaria que mãos realizam trabalho tão lindo?

Eis as mãos….

Sem liberdade...

Sem liberdade…

A beleza da plantação é suplantada pela exploração, usurpação do trabalho humano…

A pergunta que fica é: onde está o belo?

Os brasileiros precisam de políticas públicas de saúde estruturantes e não da criação de mecanismos para enviar recursos para o governo cubano, nós brasileiros, somos a última preocupação do Executivo Federal.

 

Tarde Triste…

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Faço das palavras do Ministro do Joaquim Barbosa as minhas… Tarde Triste.

lágrima

lágrima

O STF ao rever a sua decisão retrocedeu. Percebemos que a atuação dos Ministros não é pautada pelos altos conceitos de “justiça” ou de “direito”, se percebe claramente a interferência política, não a grande política, mas a politicagem.

Esse julgamento deu ao país mais uma vez a sensação que o crime aqui “não dá nada”, “pode fazer …dá nada não”, “fica susse(…)” então, desviar recursos, formar quadrilha, tripudiar sobre o dinheiro público e sobre o papel do Estado, aqui não tem problema…

Esse é o mesmo Estado que importa médicos em regime de escravidão, mas aqui pode também, que venham todos os larápios, corruptos e usurpadores do público aqui temos vagas!

Não bastasse o Executivo, agora a mais alta corte do Judiciário rasgou seu compromisso: defender a Constituição Federal.

PM nega corte de alimentação a policiais; associação contesta

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Por Felippe Aníbal

Gazeta do Povo, 26.02.2014

Segundo a PM, militares do serviço, do Bope e da guarda de presos lotados no Quartel do Comando recebem alimentação. Apra diz que corte atinge outros batalhões.

o pão  nosso

o pão nosso

Polícia Militar (PM) do Paraná emitiu nota, nesta quarta-feira (26), em que a corporação garante que está fornecendo alimentação aos “militares de serviço, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Guarda e os que estão sendo punidos”, lotados do Quartel do Comando Geral. Na edição desta quarta, a Gazeta do Povo publicou uma ordem afixada no racho da unidade, informando o corte no fornecimento da alimentação. Policiais de outras unidades também estariam sem comida

Em relação ao Quartel do Comando Geral da PM, a Associação dos Praças do Paraná (Apra) – que representa os soldados, cabos e sargentos da PM – ressalta que os policiais de expediente, que cumprem serviços administrativos, continuam sem alimentação. Na avaliação da entidade, esses servidores também têm direito a comer no rancho da unidade.

A nota da PM também contraria o que disseram três policiais lotados no Quartel do Comando Geral ouvidos pela Gazeta do Povo. Eles contaram que têm chegam a fazer “vaquinhas” para comprar até mesmo pão e manteiga, para aguentar expedientes estendidos.

A APRA reiterou, nesta quarta-feira, que em outros batalhões da PM também há restrição no fornecimento da comida aos policiais. A entidade disse que vai consultar policiais de outras unidades, principalmente, do interior, para colher provas do corte. “A PM tem 23 batalhões. Será que os policiais dos 23 batalhões estão recebendo alimentação? Temos informação de que não”, disse o presidente da Apra, Orelio Fontana Neto.

Pão

Gazeta do Povo também publicou um ofício afixado na porta do rancho da PM. O documento é uma comunicação assinada pelo dono de uma padaria, que suspendeu o fornecimento à corporação, por falta de pagamento. O empresário relata que o atraso lhe gerou dificuldades administrativas.

Na nota emitida nesta quarta-feira, a PM se limitou a dizer que “os pães também estão sendo fornecidos”.

Cursos de Extensão na Área Política

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CURSOS DE EXTENSÃO NA ÁREA POLÍTICA – UNINTER

ciência política

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O Uninter está ofertando cursos de extensão na área política:

Gleisi Hoffmann não é mais a mesma, por quê?

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gleisi hoffmann

gleisi hoffmann

Tenho acompanhado as últimas entrevistas da Senadora Gleisi Hoffmann e tem ficado muito claro que ela já não é mais a mesma Gleisi Hoffmann. A fala mansa e pouco decidida das últimas eleições parecem não ser mais a marca da Senadora.

Atribuo tais mudanças a sua convivência com a Presidente Dilma, essa sim, bate duro, fala duro e não poupa ninguém. Hoffmann “contaminou-se” com o estilo e aprendeu a “bater” inclusive e, especialmente, no atual governador do Paraná, esse tem sido alvo contumaz da fala dura da Senadora.

O estilo mais agressivo promete dar um tom mais emocionante nas eleições deste ano, pois os afagos e o silêncio ficaram no passado, se positivo ou negativo não sei, mas o Governador Beto Richa certamente enfrentará uma nova adversária, Gleisi Rousseff.

PM-PR corta alimentação no refeitório

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Por Felippe Aníbal, 26 de fevereiro de 2014. Gazeta do Povo.

sem comida

sem comida

Agentes da Polícia Militar (PM) lotados no Quartel do Comando Geral da corporação estão, há seis meses, sem poder se alimentar no refeitório da unidade. A ordem é reforçada por um ofício, afixado na entrada do rancho do quartel, que destaca que apenas policiais que atuam na guarda de presos podem comer no local. Segundo a Associação dos Praças do Paraná (Apra), o corte das refeições atinge todos os batalhões da instituição no estado.

INFOGRÁFICO: Veja o ofício que proíbe o uso do refeitório no Quartel do Comando Geral

“Os policiais cumprem escalas superiores a 12 horas, mas, ainda assim, não há comida para eles no rancho. Vão às ruas de estômago vazio. E policial sente fome”, resumiu o presidente da Apra, Orelio Fontana Neto.

Quatro policiais militares – três lotados no Quartel do Comando e um, no 13.º Batalhão – ouvidos pela Gazeta do Povo relatam que os próprios agentes têm se unido para driblar o corte da alimentação. Os praças chegam a fazer “vaquinhas” para comprar pão e manteiga, para suportar os expedientes estendidos. “Ou é trazer marmita de casa, ou é tirar dinheiro do bolso para comer”, lamentou um policial.

Em setembro de 2013, a Apra ingressou com uma ação civil pública, na 2.ª Vara de Fazenda Pública de Curitiba, com o objetivo de forçar o estado a voltar a fornecer alimentação aos PMs. O processo ainda tramita na Justiça. A Associação de Defesa dos Direitos dos Militares (Amai) aponta que, por receberem remuneração por subsídio, os policiais militares não podem ganhar benefícios extras, como vale-alimentação. Esse entrave, na avaliação da entidade, agrava o problema. “Não pode para policial, mas pode para juiz”, disse o advogado da Amai, Marinson Albuquerque.

Sem receber há meses, uma padaria suspendeu a entrega de pães à corporação. Em um ofício encaminhado à PM, o empresário justifica que o calote lhe causou “dificuldades de saldar os salários dos funcionários, o 13.º e capitalizar recursos para compra de matéria-prima”. O texto foi afixado pela polícia na porta do rancho do quartel. A instituição afirmou que só se pronunciaria hoje sobre o assunto.