Arquivo da categoria: Executivo

Assuntos seguros com o SESP PR

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Tive a feliz oportunidade de participar de reunião com o secretário de segurança do Paraná – Wagner Mesquita. Discutimos o plano de carreira dos praças da PMPR e a formação de uma parceria entre o setor público e privado, nesse tema a protagonista foi minha amiga Ana Siqueira.

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Diogo Tavares em: Política na vida real

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O acadêmico do curso de ciência política do UNINTER, foi para Brasília conhecer e vivenciar um outro olhar sobre a Política.

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Essa experiência inesquecível foi proporcionada por meio da indicação da deputada Federal Christiane Yared.

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Entrevista com o cientista político Leonardo Rocha

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Nessa semana gelada de Junho tive a oportunidade de entrevistar o cientista político Leonardo Rocha, no PROGRAMA VIDA ACADÊMICA, gravado nos estúdios do UNINTER. Ele apresentou suas pesquisas sobre partidos e as mídias sociais, isto é, o uso que os partidos tem feito dessas ferramentas durante o período eleitoral e também em períodos não eleitorais. A entrevista foi tão interessante que 30 minutos voaram. Em breve, publicaremos o link.

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Richa chama professores de baderneiros

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beto richa

O Governador do Paraná, Beto Richa, agora em entrevista para a RPC chamou os ocupantes da ALEP de baderneiros. As imagens desmentem a fala do Governador, até porque a ALEP foi entregue extremamente organizada. E, um homem que passa por processo eleitoral deve reconhecer os mecanismos da democracia quando há insatisfação da sociedade, nesse caso, em especial, os professores que estão sendo duramente prejudicados por medidas governamentais.

O VOTO E O COMPORTAMENTO DO ELEITOR EM 2014

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eleições

O Programa Bolsa Família “encorpou” os votos em Dilma?

Tomei como base deste post o artigo acadêmico dos cientistas políticos, Vitor Peixoto e de Lúcio Renno. Essa pesquisa foi desenvolvida para pensar as Eleições em 2010, no entanto, ainda é muito atual. O mote do artigo foi entender o reflexo do Programa Bolsa Família e da discussão sobre corrupção, no voto.

O que os autores detectaram é que nos Municípios onde há existência do Programa Bolsa Família, houve um aumento significativo dos votos em Lula/Dilma, e menor no PSDB. Em outra perspectiva, o voto em Lula/Dilma significa um eleitor que aceita mais os níveis de corrupção.

“(…) Ou seja, nosso argumento é que não é o pertencimento a uma classe social ou outra que faz a diferença eleitoral, mas sim a percepção de movimento ascendente que leva apoio ao governo e seu candidato” (RENNO & PEIXOTO, p.312).

O que os autores destacam é que a sua mobilidade social é fator determinante para a escolha do eleitor. No meu entendimento, o mesmo fenômeno foi repetido nas eleições de 2014, no entanto, fazendo alguns reparos, pois existe sim o peso da classe social, mas a classe que está em fase de mobilidade, isto é, em processo de ascendência, a chamada pela imprensa nova classe “C”.

No entanto, os autores falham ao não qualificar de forma efetiva no que consiste a melhoria percebida por essa classe, isto é, de forma acadêmica, sem assumir o discurso do governo. Por outro lado, é um fato preocupante essa tolerância à corrupção, pois os autores não a explicam.

Mas cabe ressaltar que a tolerância à corrupção é um fator alarmante, pois nenhuma sociedade comprometida com o seu futuro democrático pode ou deve tolerá-la, especialmente, quando ela é um fator para a manutenção de partidos no poder.

Isso remete a um passado histórico-cultural de uma sociedade profundamente hierarquizada e que para a quebra desses mecanismos, a corrupção e um Estado mantenedor sejam o melhor e o único caminho.

PEIXOTO, Vitor  e  RENNO, Lucio. Mobilidade social ascendente e voto:as eleições presidenciais de 2010 no Brasil. Opin. Publica [online]. 2011, vol.17, n.2, pp. 304-332. ISSN 0104-6276.  http://dx.doi.org/10.1590/S0104-62762011000200002.

Eleições para que te quero… 2016

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 gleisi e fruet

Ontem, dia 10 de setembro de 2014, após a publicação da Pesquisa do DataFolha/RPC, refleti sobre o cenário para a Prefeitura de Curitiba em 2016.

Para o governo do Paraná o retrato momentâneo é:

Beto Richa (PSDB) – 39% para 44%
Roberto Requião (PMDB) – 33% para 28%
Gleisi Hoffmann (PT) – 11% para 10%
Ogier Buchi (PRP) – segue com 1% das intenções de voto
Bernardo Pilotto, dp (PSOL); Geonisio Marinho, do PRTB; Rodrigo Tomazini, do PSTU; e Tulio Bandeira, do PTC, não atingiram 1%.
votos brancos e nulos somam 5%.
indecisos 10%

Mediante esses números a possibilidade de segundo turno entre Beto Richa e Roberto Requião é forte. Aí é que está o embróglio. Se Gleisi Hoffmann ficar de fora do segundo turno e consequentemente fora do Palácio Iguaçu, sua próxima empreitada eleitoral será a disputa pela Prefeitura de Curitiba, já que a Senadora apresenta forte vocação para o Executivo.

Pensem bem, do lado de Beto Richa virá o Ratinho Jr., quiça, a Fernanda Richa, agora do lado do PT teremos a Gleisi, mas e como fica o Gustavo Fruet, que enfrenta pesquisas de bastidores nada animadoras. No entanto, Fruet tem feito campanha para a Gleisi…só há uma alternativa… vem ruptura por aí.

Voltando ao cenário estadual, a pesquisa DataFolha/RPC aqui apresentada foi realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.201 eleitores de 46 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e a confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná com o número 00031/2014, e no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00584/2014.