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A única chance de Ratinho Júnior em 2018

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Bem-vindos à 2018. Ano político-eleitoral muito importante.

Ratinho Júnior

E, cá na Terra do Matte Leão, o tempo não está propício para Ratinho Júnior  (Carlos Massa Júnior). Ratinho entrou para o governo de Beto Richa, aparentemente com o compromisso político de ser o próximo governador contando com o apoio de Beto Richa. Mas apareceu a vice-governadora no páreo e o jogo ficou conturbado. Os Barros entraram com tudo nessa disputa e será muito difícil para Ratinho.

Cida Alborghetti sairá com o apoio para eleição do Governador e toda a máquina estatal e Ratinho fica assim inviabilizado como candidato a Governador.

Algumas questões:

  1. Como não contar com o apoio de Beto Richa?
  2. Como enfrentar a quase Governadora?
  3. Como enfrentar o Ministro da Saúde?
  4. Como explicar para o eleitor essas contradições?

O único caminho que resta para ele é como VICE GOVERNADOR da poderosa Cida Alborghetti, se ela o quiser, senão candidatar-se a um cargo proporcional. Assim, a chance dele será  se desenhar como Governador na próxima.

A frase trauma de Ratinho é: há Barros no meio do caminho….

 

 

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Gleisi Hoffmann e o erro da AMAI: política ou tocaia?

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cel furquim - gleisi hoffmann

O Cel Furquim, Presidente da AMAI, errou o alvo. Me refiro ao post no blog do Fábio Campana.

Ver: http://www.fabiocampana.com.br/2014/10/gleisi-versus-policia-militar/

Fiquei estarrecida com o comportamento da AMAI perante a visita da Senadora – Candidata Gleisi Hoffmann, à “casa” deles. Tenho certeza que a candidata não foi por livre e espontânea vontade, ela deve ter recebido um convite e atendeu. É como você convidar para alguém para ir em sua casa e depois distratá-la. Esse, é o verdadeiro palanque para o atual Governador, pois até as formiguinhas da Marechal Deodoro, conhecem a defesa impassível do Sr .Furquim ao Beto Richa.

Mas o golpe foi baixo, muito baixo. Há tempos conheço o Cel Furquim e sei que é um homem muito poderoso nos bastidores, em geral, tenta estabelecer consensos e criar alianças. Mas ele não poderia, de forma alguma, agredir a Senadora dentro da sua casa, ou seja, a AMAI ou o Clube dos Oficiais, pois ela não é inimiga dele pessoalmente, ela hoje, é adversária do Beto Richa. E, independente das eleições, continua sendo Senadora da República e trabalha a causa da Segurança Pública, e deveria convencê-la com argumentos, e não “crescer”, em tese, com ataques.

Lamentável, Cel Furquim, a reverência que faz ao SEU governador, o fez “enfiar os pés pelas mãos” e agredir a Gleisi, por posições políticas a muito discutidas no Senado.

Sua postura revelou que a máscara do gentleman, do aglutinador, do bom articulador caiu…

Eleições para que te quero… 2016

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 gleisi e fruet

Ontem, dia 10 de setembro de 2014, após a publicação da Pesquisa do DataFolha/RPC, refleti sobre o cenário para a Prefeitura de Curitiba em 2016.

Para o governo do Paraná o retrato momentâneo é:

Beto Richa (PSDB) – 39% para 44%
Roberto Requião (PMDB) – 33% para 28%
Gleisi Hoffmann (PT) – 11% para 10%
Ogier Buchi (PRP) – segue com 1% das intenções de voto
Bernardo Pilotto, dp (PSOL); Geonisio Marinho, do PRTB; Rodrigo Tomazini, do PSTU; e Tulio Bandeira, do PTC, não atingiram 1%.
votos brancos e nulos somam 5%.
indecisos 10%

Mediante esses números a possibilidade de segundo turno entre Beto Richa e Roberto Requião é forte. Aí é que está o embróglio. Se Gleisi Hoffmann ficar de fora do segundo turno e consequentemente fora do Palácio Iguaçu, sua próxima empreitada eleitoral será a disputa pela Prefeitura de Curitiba, já que a Senadora apresenta forte vocação para o Executivo.

Pensem bem, do lado de Beto Richa virá o Ratinho Jr., quiça, a Fernanda Richa, agora do lado do PT teremos a Gleisi, mas e como fica o Gustavo Fruet, que enfrenta pesquisas de bastidores nada animadoras. No entanto, Fruet tem feito campanha para a Gleisi…só há uma alternativa… vem ruptura por aí.

Voltando ao cenário estadual, a pesquisa DataFolha/RPC aqui apresentada foi realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.201 eleitores de 46 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e a confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná com o número 00031/2014, e no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00584/2014.

Ratinho Jr. e às mulheres na vice

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Quando não são os “nervos” são os “choramingos” que dão o tom do debate político no Paraná, primeiro com Richa e depois com Gleisi.

No entanto, a celeuma do vice do Beto Richa com Ratinho Jr. propiciou um  um avanço para as mulheres na política no Estado do Paraná. Acho que nunca tivemos uma preocupação tão singular com o vice, e agora, são “as” vices.

Mais uma vez Ratinho foi o protagonista. Ele não é o vice de Richa, mas pautou o debate levando duas mulheres, Cida e Rosane, como vices. É, pouco ou querem mais?

ratinho jr

ratinho jr

Reinventando o vice

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reinventar

reinventar

Apesar da Copa do Mundo e mesmo com ela, as Eleições no Paraná estão pegando fogo.  O debate tem sido em torno dos “vices”. No Brasil, os “vices” estão inseridos num processo histórico importantíssimo e desempenharam o papel de protagonistas na história política recente do nosso país.

Existem pesquisas avaliando qual é a capacidade do “vice”, se “puxa votos” se “transfere votos”, enfim, qual é o seu papel? – As respostas são controversas. No entanto, no cenário paranaense, para entender o papel do “vice” temos que qualificá-los. Como exemplo, Ratinho Jr., não é qualquer “vice”, é jovem, bom de voto, carismático e tem um protagonismo político que destoa dos demais políticos paranaenses.

Pois bem, todos os principais atores políticos, em disputa pelo Palácio Iguaçu, estão sem um “vice”, mas há muitos se desenhando.

Como já mencionei, no atual quadro, o melhor dos cenários para o Beto Richa, seria ter como seu “vice” Ratinho Jr. Há informações de que isso não acontecerá.  O que resta para Richa é buscar um “vice” com um perfil próximo ao de Ratinho para sair da atual estagnação (o que é muito difícil).

Outra boa alternativa seria buscar uma mulher, fugiria das mesmices que tem sido divulgadas e poderia trazer alguma  novidade para o cenário. Sem falar, que incrementaria o debate e tiraria a exclusividade da presença feminina da corrida eleitoral protagonizada por  Gleisi Hoffmann.

Talvez o mote e a principal mensagem  para os candidatos  seja o conteúdo da última Campanha do Ratinho Jr. “reinventar”, porque com mais do mesmo não vai.

 

 

O futuro de Richa nas mãos de Ratinho Jr.

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beto e ratinho

beto e ratinho

Há muitas trovoadas e incertezas sobre a cabeça de Beto Richa, especialmente, com o Senador Requião no páreo pelo Palácio Iguaçu . E, se existe um fiel da balança nesse processo eleitoral, o nome dele no Paraná, é Ratinho Jr. A ausência de Ratinho Jr. fragilizará muito mais, o desgastado governador, que administra um Estado paralisado, sem perspectiva, sem dinheiro, sem políticas públicas e com uma eleição difícil, cenário que curiosamente é avesso a figura do Ratinho, ainda que o mesmo faça parte do governo tucano.

Pois bem, ter Ratinho Jr. como vice se desenha como o único caminho para oxigenar a campanha do Richa. Mas há um imbróglio  pessoal e partidário para Ratinho. O primeiro é a sua trajetória pessoal como político, e o segundo, são as aspirações do PSC de construir uma bancada forte na Assembleia., compromisso assumido com lideranças do PSC no Estado.

Pergunta: o que é melhor para o Ratinho?

a) Se ele tiver um projeto de poder para o seu Partido, apostará numa campanha para deputado estadual e para o fortalecimento do PSC, o que o fortalece pessoalmente também;

b) Se optar pela vice de Richa, fortalece o projeto de poder do governador e o seu,pois cacifa o seu futuro político.

Isto quer dizer que qualquer cenário para o Ratinho Jr. é positivo, uma única preocupação pode ser o crescimento da rejeição da imagem política do Ratinho vinculada ao Richa, ou uma chamuscada na sua imagem vinculada ao novo e a juventude.

 

Um dilema: o Prefeito lento ou o Governador vaidoso?

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Um dilema?

Um dilema?

É verossímil como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, nesse caso a população curitibana e da região metropolitana que arcará com os desvarios políticos que conduzem as campanhas eleitorais no nosso país.

O governador destemperado que retira  o subsídio do preço do transporte coletivo e um prefeito pouco criativo que não se antecipou aos fatos. Mediante tais fatos,  nem parece que estamos a beira de um colapso no trânsito. Num país em que o público fosse o maior interesse os responsáveis estariam propondo soluções e não criando problemas.

Quem paga a conta pela falta de maturidade dos governantes tanto de um como de outro é o cidadão, que tem a sua carga aumentada ao invés de aliviada pelo poder público. Se houvesse compromisso público teríamos um Estado de Estar Social.

Os desafios pessoais, as vaidades, os humores de Richa e de Fruet influenciam de forma pejorativa centenas e centenas de pessoas.

Quem está errado? Ambos, pois estão fazendo uso político da sua posição “pública”. E, se Fruet não estivesse parado já teria arrumado uma solução. Se fosse eu a eleita, esta seria a minha primeira grande preocupação! Jamais ficaria esperando um acordo com um ” inimigo político”, atentem “inimigo” e não “adversário”.

Era óbvio, mas óbvio demais que Richa não prolongaria o subsídio. Agora, literalmente pagaremos o preço por ter um “prefeito lento” e um “governador vaidoso” que nunca ouviu falar em accountability.

Que falta faz um administrador com experiência, que tenha feito fortuna do nada e que tenha ido muito além da gestão de uma pequena chácara…