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15 de março: deixemos de ser tacanhos

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Farei algumas observações sobre o 15 de Março em Curitiba.

Orélio Fontana, Vanessa Fontana, Iara Lopes e Cauã Fontana

O EVENTO EM SI: Pois bem, participei da Manifestação. E como a minha lentidão é característica de quem se locomove de muleta pude observar muitas coisas. Estavam lá famílias: pais e filhos, casais sem filhos, casais de namorados, muitos idosos, jovens mais maduros a partir de 20 anos, muitas crianças. A relação com os policiais foi de admiração e de aplausos. Muita solidariedade entre as pessoas que estavam ali… sabe quando alguém da família está se formando..? Então, havia aquele clima de solidariedade, cumplicidade…. de ajuda mútua…

A FALA DOS MINISTROS PÓS-EVENTO:

Nada mudou, foi isso que a fala dos Ministros José Eduardo Cardoso e do Miguel Rosseto revelaram: NADA. Estão absortos mediante as manifestações, ou seja, retomaram o discursos: já fizemos tudo que estava ao nosso alcance e nada mais podemos fazer…. Defendem e defendem, mas nada explicam. Ou de outra forma: não entenderam nada o que significa que essa crise vai aumentar já que, segundo eles, não há nada para fazer.

AS REDES SOCIAIS:

O que percebo é uma luta entre uma população  imbecilizada onde um não entende e um outro que não quer entender o que se passa. Alguns, os mais imbecis se agarram ao símbolo da CBF que estampava as camisetas AMARELAS, perceberam o símbolo e não ao papel, de atores, que as pessoas ocupavam nas ruas, isto é, protagonismo social. Pasmem, isso escrito por uma pseudo socióloga. Uns desqualificando os outros.

As pessoas não querem compreender, partem para a desqualificação. Estou impressionada. As tiradas mais idiotas: 1) camiseta com a logo da CBF; 2) quem pagou os caminhões de som; 3) estava lá quem não votou nela…. Vamos parar por aqui….

PS: Houve baixas na família na rede do whats… o argumento foi de que não dava para lidar com “tapa”.. mas quem é o tapa? quem foge ao diálogo? Isso me lembra o livro de George Orwell.

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Música potiguar na manhã gelada de Curitiba

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Domingo musical para iniciar essa gelada manhã em Curitiba. O cantor e compositor potiguar Júlio Lima, manda muito bem.

Picler, o peso pesado de Fruet e do PDT

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Wilson Picler é apontado em arraiais de Gustavo Fruet como um dos principais responsáveis pelo sucesso da campanha do PDT. É o responsável pela filiação de Fruet ao partido, forneceu a estrutura de campanha, o que inclui o comitê central. No primeiro turno deu o suporte que garantiu a eleição de oito vereadores (3 do PT, 3 do PV e 2 do PDT).Agora, Picler é candidato natural ao comando do PDT no Paraná. O partido quer crescer depois da conquista deste ano, mais ainda se vencer a eleição em Curitiba neste segundo turno.

Mas o maior trunfo de Picler está no campo das pesquisas. Ele considera o DataPicler – Instituto IRG, parceiro do seu grupo educacional – como o mais confiável nos levantamentos. Na última semana do primeiro turno, Picler reassumiu o comitê central e com os dados do IRG sentenciou: “o Gustavo está no segundo turno”. Agora no segundo turno, Picler com seus gráficos, retas, curvas e réguas diz o seguinte: “o Gustavo é o próximo prefeito de Curitiba”.

Fonte: Fábio Campana, 24/10/2012 (editado).

Ibope admite erro em Salvador, Curitiba e Manaus

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Por Edson Sardinha  14/10/2012 08:00

Em entrevista ao Congresso em Foco, diretora do instituto reconhece erro na amostragem de eleitores nas capitais baiana e amazonense e promete olhar mais crítico nessas duas cidades no segundo turno.

O eleitor brasileiro se empolga menos com as eleições e, preocupado em não repetir erros de votações anteriores, decide cada vez mais na última hora em quem votar. Captar para onde vão os votos dos indecisos, nesse cenário, é o principal desafio dos institutos de pesquisa nestas eleições, segundo a diretora-executiva do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari. Essa é apontada pelo instituto como a principal causa de erros que aconteceram nos levantamentos de intenção de voto feitos no primeiro turno.

Em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco, Márcia reconhece que o instituto errou a boca de urna em três capitais – Salvador, Curitiba e Manaus –, mas nega que os casos que ficaram fora da margem de erro, como ocorreu em outras oito capitais, possam ser classificados também como erros. “Algumas vão ficar fora da margem de de erro. Não tem jeito”, afirma a executiva. “Conseguimos prever 95% dos votos corretos do primeiro turno, entre os dias 5, 6 e 7. É o mesmo índice de 2008. Não houve diferença na performance”, acrescenta. Levantamento feito pelo Congresso em Foco mostrou que , das onze capitais que foram pesquisadas, houve erro na pesquisa de boca de urna em oito, considerada a margem de erro.

Márcia admite que o Ibope vai ter um olhar mais “crítico” em relação às capitais baiana e amazonense. Ela acredita que houve erro na seleção da amostragem para a boca de urna nessas duas cidades. “Manaus e Salvador são os casos mais preocupantes por causa da validação da amostragem. Vamos ter um olhar mais crítico nessas cidades. Na verdade, vamos olhar bem em todas que tiverem segundo turno. Mas tem uma variável que nos ajuda agora que é o resultado da amostra”, diz a diretora do instituto.

Como mostrou o Congresso em Foco no domingo (7), as divergências mais acentuadas entre os resultados previstos pelo instituto e os números da votação aconteceram em três das 11 cidades pesquisadas na boca de urna: Curitiba, Salvador e Manaus.

Subestimados e superestimada

Na capital paranaense, Curitiba, a pesquisa indicava segundo turno entre Ratinho Júnior (PSC) e Luciano Ducci (PSB). Ducci acabou superado por Gustavo Fruet (PDT) por uma diferença de 4 mil votos. Na capital da Bahia, Salvador, a disputa também foi acirrada, mas ACM Neto (DEM) ficou à frente de Nelson Pelegrino (PT), ao contrário do que mostrava o instituto. Já na capital amazonense, não houve divergência quanto à colocação dos dois candidatos que avançaram ao segundo turno. Mas a votação atribuída a Vanessa Grazziotin (PCdoB) foi superestimada.

“Em Curitiba, não conseguimos apontar o segundo candidato, porque não captamos a velocidade de recuperação dele. A gente ficou um ponto fora da margem de erro”, diz Márcia. “Em Salvador, a gente não teve essa precisão. Em Manaus, a hipótese é a questão de a abstenção ter uma clivagem diferenciada, que acabou superestimando a Vanessa Grazziotin (PCdoB). Essa diferença foi pulverizada entre os demais candidatos. Foi um pouquinho para cada um. Como eram vários candidatos, ficou concentrado nela”, acrescenta.

Em outras cinco capitais, a votação ficou fora da margem de erro, embora os desvios tenham sido menos gritantes: Porto Alegre, Rio de Janeiro, Goiânia, Recife e Fortaleza.

Explicações

A diretora do Ibope afirma que as pesquisas boca de urna não podem prever a totalidade dos votos corretamente. Segundo ela, três hipóteses podem justificar os desvios em relação ao resultado das urnas: problema no sorteio das amostras, dificuldade de obter declaração de voto de eleitores de um determinado candidato e elevada abstenção.

“O sorteio das amostras de escolas pode não ser tão representativo do conjunto. Caiu uma escola a mais numa área em que um candidato foi melhor que outro. Há risco de não conseguirmos entrevistar ou haver recusas de entrevista de um perfil de eleitor de determinado candidato. A terceira hipótese é a própria abstenção. Em Manaus, por exemplo, a gente via clivagem social entre os dois candidatos. Se há abstenção que não se distribui de maneira igual, pode haver diferença”, avalia.

Divergências

A divergência entre os números finais das eleições e os apontados pelos principais institutos de pesquisa causou polêmica esta semana. Apesar da disparidade mais gritante em três capitais, a boca de urna do Ibope antecipou com precisão o resultado mais aguardado destas eleições municipais: a definição dos dois adversários que se enfrentarão no segundo turno em São Paulo. E acertou, dentro da margem de erro, na boca de urna, os percentuais de votação de José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) e a queda de Celso Russomanno (PRB). Na véspera da eleição, o instituto havia captado o triplo empate entre Serra, Haddad e Russomanno.

Nas pesquisas da semana que antecedeu a votação, o Datafolha ainda apontava para um segundo turno entre os candidatos do PRB e do PSDB. O Datafolha, que não fez pesquisa de boca de urna no dia da votação, também indicou que haveria segundo turno em Recife. Mas Geraldo Júlio (PSB) venceu a eleição para prefeito em primeiro turno, conforme antecipou o Ibope.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/ibope-admite-erro-em-salvador-curitiba-e-manaus/

Artesanato – Galinha Porta-Ovos em Crochê

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Essas galinhas maravilhosas foram feitas em crochê pela artesã Iara Lopes, minha mãe. A qualidade do ovo quando não armazenado na geladeira é muito superior para a culinária. E, se forem guardados nessas galinhas lindas são um charme a parte para a cozinha.

A Iara está vendendo a galinha por R$ 30,00.

Interessados entrar em contato por e-mail.

Foto 1 – Galinha Azul em Crochê

Foto 2 – Galinha Branca em Crochê

Ratinho e a Convenção – Muletada do dia

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Muito bom, se a causa do vice do Ratinho é a acessibilidade, acho melhor mudar de arquiteto, pois o Ricardo Mesquita, não atentou para a falta de acessibilidade na própria Convenção do Partido.

As imagens falam por si, eu e o Vereador Julião (tornozelo fraturado), ficamos do lado de fora, pois para entrar no salão, além de uma rampa sinistra, havia uns 30 degraus mais sinistros ainda. Viva a acessibilidade e a Nova Curitiba!