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ELEIÇÕES 2016: Greca e Leprevost

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Três Cenários em Curitiba

duvida

Pois bem, 100% das urnas apuradas, em 02 de outubro de 2016, e Curitiba terá segundo turno.

Cenário 01: Rafael Greca

Graças a queda vertiginosa de Rafael Greca, que se envolveu em declarações conturbadas sobre um popular de rua que ele socorreu, mas disse não ter suportado o cheiro do homem e vomitou, mas ainda assim o socorreu, perdeu mais de 15 pontos na corrida eleitoral. Palavras mal colocadas, mas apesar disso ele teve capacidade para sair como primeiro colocado e seguir para o segundo turno.

Cenário 02: Ney Leprevost

Leprevost não tinha chance alguma, segundo as pesquisas eleitorais, até a desastrosa declaração de Greca, pois bem, os votos de Greca migraram para Leprevost o que o colocou no segundo turno de forma inesperada. Fez uma campanha redonda, propositiva, se afastou dos embates e acabou conquistando o voto de quem se decepcionou com o Greca e não queria o falido Gustavo Fruet.

Cenário 03: Gustavo Fruet

Vamos combinar, que nenhum curitibano que tenha orgulho de sua cidade estava satisfeito com a gestão de Fruet, aliás a não gestão, se mostrou medroso, nada audaz, sem visão de Estado… enfim sem qualquer perfil para a gestão pública. O que Fruet fez pela cidade? – Nada. A resposta dessa insatisfação veio hoje com a recusa de Fruet como prefeito.

Essa é a avaliação do processo eleitoral de hoje. Agora precisamos refletir sobre o caminho do segundo turno.

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Wilson Picler revela porque se afastou de Gustavo Fruet

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O Professor Wilson Picler, foi entrevistado dia 23 de maio de 2015, pelo jornalista José Wille na Band. Discutiram o tema  educação e empreendedorismo, a construção do UNINTER como a segunda maior Instituição de Ensino do Brasil. Um dos temas mais picantes para os que gostam de política foi a sua possível candidatura como Prefeito de Curitiba pelo PEN e porque agora ele se apresenta como oposição ao atual prefeito Gustavo Fruet.

Vale a pena conferir.

Arrojo (Wilson Picler) versus Paralisia (Gustavo Fruet): uma leitura da cidade de Curitiba

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Tenho uma visão muito particular sobre esse cenário e não ouvi nenhum dos lados,  nem Picler nem Fruet. A matéria trata da minha insatisfação pessoal ao observar a cidade de Curitiba e como cidadã emito a minha opinião.

Wilson Picler & Gustavo Fruet

Wilson Picler e Gustavo Fruet

Que falta faz a inovação, o arrojo e a pujança na cidade de Curitiba. Estamos abandonados pela Prefeitura. Nunca vi o mato tão grande em diversos bairros, postes sem luz, isto porque o contrato com a empresa X cessou e a Prefeitura ainda não fez outro… Meu Deus, como assim? Pois é, assim mesmo. A marca do Gustavo Fruet é a paralisação, não decide, não faz, muito menos inova.

Na época da campanha eleitoral escrevi diversos artigos apontando que o perfil pacato de Fruet seria complementado pelo arrojo do empresário e ex-Deputado Federal, Wilson Picler. Que falta faz um administrador para Curitiba, uma cidade que um dia procurou propor inovações e hoje não faz nem o básico que é a manutenção do que já existe.

A gestão da cidade de Curitiba, com a participação de Wilson Picler, um empresário visionário poderia ganhar características inovadoras e alçar novamente o posto de uma cidade criativa que desenvolvesse novas tecnologias sociais, políticas públicas e  formas de gestão inovadoras das quais estamos carentes. Fruet sozinho é mais do mesmo.

Fruet e o seu grupo político pagarão o preço por colocar a cidade de Curitiba debaixo do tapete. Saímos do protagonismo e vanguarda para o mais comum dos lugares, isto é, da falta de identidade. E, afirmo, os curitibanos estão insatisfeitos com a paralisia da cidade. Velhas discussões com novos atores políticos (que nem são tão novos assim) que se esconderam num passado que no futuro não cabe mais.

 

 

O burburinho na PMC… Fruet o prefeito cebola?

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burburinho

burburinho

Pois bem, o burburinho que ouvi na PMC, é que alguns funcionários não andam nada contentes com a administração Fruet. Ouvi os seguintes adjetivos:  nada anda, devagar, decepção, distância, encapsulamento, distanciamento… O prefeito cebola, tem tantas barreiras que é inacessível.

Puxa, esse é o estado de espírito, sem falar dos que sentem saudades do Ducci.

Um dilema: o Prefeito lento ou o Governador vaidoso?

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Um dilema?

Um dilema?

É verossímil como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, nesse caso a população curitibana e da região metropolitana que arcará com os desvarios políticos que conduzem as campanhas eleitorais no nosso país.

O governador destemperado que retira  o subsídio do preço do transporte coletivo e um prefeito pouco criativo que não se antecipou aos fatos. Mediante tais fatos,  nem parece que estamos a beira de um colapso no trânsito. Num país em que o público fosse o maior interesse os responsáveis estariam propondo soluções e não criando problemas.

Quem paga a conta pela falta de maturidade dos governantes tanto de um como de outro é o cidadão, que tem a sua carga aumentada ao invés de aliviada pelo poder público. Se houvesse compromisso público teríamos um Estado de Estar Social.

Os desafios pessoais, as vaidades, os humores de Richa e de Fruet influenciam de forma pejorativa centenas e centenas de pessoas.

Quem está errado? Ambos, pois estão fazendo uso político da sua posição “pública”. E, se Fruet não estivesse parado já teria arrumado uma solução. Se fosse eu a eleita, esta seria a minha primeira grande preocupação! Jamais ficaria esperando um acordo com um ” inimigo político”, atentem “inimigo” e não “adversário”.

Era óbvio, mas óbvio demais que Richa não prolongaria o subsídio. Agora, literalmente pagaremos o preço por ter um “prefeito lento” e um “governador vaidoso” que nunca ouviu falar em accountability.

Que falta faz um administrador com experiência, que tenha feito fortuna do nada e que tenha ido muito além da gestão de uma pequena chácara…

 

Márcia Fruet e o primeiro-damismo

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primeiro damismo

primeiro damismo

Pois bem, enquanto os gestores do nosso país continuarem a tratar a assistência social como primeiro-damismo, as consequências serão essas. Tenho contato pessoal com o casal, mas não consigo entender porque Fruet não aboliu a essa “malacafenta” “tradição.

A assistência social não pode ser tratada no susto, precisa ser tratada por quem estou o tema, fez uma faculdade na área de assistência social e ciências sociais. São no mínimo 04 anos de faculdade para tratar um tema tão complexo, não se aprende a fazer política pública assistencial no susto, é preciso formação.

A Márcia Fruet é adorável, gosto muito dela, mas do ponto de vista do respeito à área tal cargo deveria ser ocupado por pessoas que estudaram profundamente o tema. A Márcia contribuiria sendo jornalista, a Prefeitura é imensa e teriam mil funções de destaque em que ela poderia se desenvolver um trabalho efetivamente técnico.

Ainda sobre as mulheres no poder…. agora Márcia Fruet

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Márcia Fruet deveria ter dado um passo em direção ao fim do primeiro-damismo.

Márcia Fruet

Ainda não tinha escrito nada a respeito do secretariado do Fruet, mas vamos combinar que fiquei absolutamente frustrada com a nomeação da Márcia Fruet, não por ela, que é uma pessoa íntegra, honesta e que eu pessoalmente gosto muito e também não estou colocando em xeque a sua capacidade.

Mas acho que o Fruet poderia ter inovado ao acabar com a ideia da “tradição” na FAS. A política de assistência social tem que ser feita por profissionais com formação em assistência social, ciências sociais e ciência política, etc. O assistencialismo deve deixar de ser caritativo e de ser visto como uma atuação feminina.

Então, teria ficado menos incomodada se ela fosse para a pasta da comunicação social, em que a Márcia Fruet possui formação, ainda que isso deva também ser visto como nepotismo.

O Brasil e a administração pública brasileira precisam romper com esse conceito retrógrado de primeiro-damismo. Há material acadêmico de excelente nível na área da assistência social e da ciência política que demonstram que essa cultura é um desserviço à área da assistência social. O livro da Rachel Raichelis, Esfera Pública e Conselhos de Assistencia Social parece ter colocado uma pá de cal sobre essa discussão.

Gustavo Fruet, por ser advogado e doutor em direito social deve saber disso, mas preferiu apostar num passado de que de tão velho deveria estar no museu como peça do nosso atraso em termos de administração pública. Precisamos inovar e o primeiro damismo em nada contribui, definitivamente!

Se o prefeito queria inovar poderia ter começado por aí! Fruet até o momento tem sido o repeteco mais conservador de Richa.