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Por que a “Marcha da Beleza”?

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Eu não li o documento do Ministério Público do Trabalho, confesso, mas como frequentadora de salão expresso aqui a indignação dos proprietários de salão e dos trabalhadores. A questão é a seguinte o custo de contratação e de registro em carteira no Brasil é absurdo. Acho que o MPT está criando desemprego até porque já está difícil manter os quadros nos salões em função do momento econômico expansivo no qual o Brasil se encontra.

E vamos combinar, eu que fiquei 31 meses dependendo do auxílio doença do INSS digo, reafirmo e grito dizendo que quando o cidadão precisa não é atendido a contento e com dignidade pela previdência social!

Então, fui defensora da política pública realizada no governo Lula para a formalização, no entanto, hoje acho que isso não passa de política de arrecadação, pois o INSS precisa ser acionada pela justiça para funcionar e ainda assim deixa a desejar, pois eles usam as lacunas da lei para postegar o que lhe é de direito. Então, apoio a “marcha da beleza”.

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“Marcha da Beleza” contra o MPT

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Cabeleireiros, manicures, maquiadores e outros profissionais da área da beleza pararam várias ruas do Centro de Curitiba, na tarde desta quarta-feira (12). Após se reunirem na Praça Carlos Gomes, eles saíram em passeata, em direção ao Ministério Público do Trabalho e à Delegacia Regional do Trabalho. Eles protestam contra uma ação do MPT, que obriga os salões a assinar a Carteira de Trabalho dos profissionais da categoria. Para eles, a medida geraria redução dos ganhos dos trabalhadores e desemprego. Eles alegam que trabalhar como autônomos garante rendimentos maiores. Cabeleireira há 30 anos, Maria do Rocio conta que sempre trabalhou dessa forma e acha uma barbaridade a ação do MPT. Segundo ela, caso a medida seja imposta aos salões, os bons profissionais vão deixar de atuar no estado. Maria afirma que, mesmo sem a carteira assinada, os profissionais não perdem os direitos trabalhistas a que têm direito. “A maioria paga o INSS”, afirma. A mesma opinião é compartilhada por Carolina Proença. “São todos maiores de idade e vacinados, quem não paga sabe o que pode acontecer”, diz. A “Marcha da Beleza”, como entoavam os participantes, foi acompanhada de perto por agentes da Secretaria de Trânsito (Setran), que bloquearam as ruas para a passagem dos manifestantes. Conforme os agentes da Setran, cerca de 700 pessoas participaram do protesto.

Tribuna

Há 22 anos, um atropelamento…

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Hoje dia 03 de agosto de 2012 completou 22 anos que fui atropelada por um motoqueiro alcoolizado, que avançou um sinal vermelho e passou por cima de mim quando um dos meus pés já estava sobre a calçada, isso é um acidente?

Não! Isso é um crime e foi premeditado já que ele assumiu o risco de ferir ou matar alguém quando se alcoolizou e foi pilotar a moto. Crime que ressalta-se não foi punido, não respondeu processo e nem perdeu a carteira.

Desde então, toquei a minha vida, demorei quase seis anos para me recuperar. Entrei para a UFPR, cursei Ciências Sociais, fiz mestrado em Sociologia Politica, ao mesmo tempo entrei para o Exército Brasileiro, o que para mim foi uma redenção, pois para entrar lá, significava que eu estava apta fisicamente, corri, pulei, tirei serviço, tudo que um militar faz. Deixei do EB e fui fazer doutorado em Ciência Politica na UFRGS. Voltei para Curitiba para coordenar o Curso de Ciência Politica da Facinter durante seis anos. Concomitante a isso, no ano de 2008, comecei a sentir dores na perna fraturada no atropelamento e desde então ela nunca mais parou de doer.

Já passei por boa parte dos melhores ortopedistas de quadril, mas a minha dor se tornou crônica sendo agora diagnosticada como “sequela de fratura de fêmur proximal”.  Esse problema, segundo me dizem não tem cura, trata-se somente com remédios, e que remédios, pois estou na morfina.

Então, em função da incompetência do Estado Brasileiro, por meio do INSS, e da incompetência da Justiça em fazer cumprir suas determinações, resolvi voltar para o meu trabalho no Uninter, após 30 meses de afastamento e sem nenhuma solução médica. Após esses 30 meses involui, as dores continuam, as crises de dor aguda continuam, mas como brasileira que sou, não desisto e sobrevivo lutando.

Agradeço, ao Uninter que está me recebendo de braços abertos, especialmente ao Jorge Bernardi! Ao Prof. João Defreitas que sempre esteve ao meu lado. A Iracilda, a D. Neusa e o Sr. Zé Victor, minha segunda família.  Ao meu marido, a minha mãe a ao meu filho, Cauã.

PERÍCIA DO INSS: CHAMEM O DR. HOUSE

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O assunto INSS é preocupante, mas quando se trata de auxílio-doença é desesperador. O INSS me deu alta, mais ou menos assim:

Mas o perito judicial não me deu alta. Então, tenho ou não um problema? Na verdade quando se trata de INSS temos ao menos uma centena de problemas. Preciso de um Dr. House, pois o meu conceito sobre mim não mudou, mas sobre o SISTEMA, mudou muito. O Sistema te trata como fingida, simuladora, atriz….e os médicos hoje tem medo de tudo até da verdade.

Dr. House