Arquivo da tag: ratinho júnior

A única chance de Ratinho Júnior em 2018

Padrão

Bem-vindos à 2018. Ano político-eleitoral muito importante.

Ratinho Júnior

E, cá na Terra do Matte Leão, o tempo não está propício para Ratinho Júnior  (Carlos Massa Júnior). Ratinho entrou para o governo de Beto Richa, aparentemente com o compromisso político de ser o próximo governador contando com o apoio de Beto Richa. Mas apareceu a vice-governadora no páreo e o jogo ficou conturbado. Os Barros entraram com tudo nessa disputa e será muito difícil para Ratinho.

Cida Alborghetti sairá com o apoio para eleição do Governador e toda a máquina estatal e Ratinho fica assim inviabilizado como candidato a Governador.

Algumas questões:

  1. Como não contar com o apoio de Beto Richa?
  2. Como enfrentar a quase Governadora?
  3. Como enfrentar o Ministro da Saúde?
  4. Como explicar para o eleitor essas contradições?

O único caminho que resta para ele é como VICE GOVERNADOR da poderosa Cida Alborghetti, se ela o quiser, senão candidatar-se a um cargo proporcional. Assim, a chance dele será  se desenhar como Governador na próxima.

A frase trauma de Ratinho é: há Barros no meio do caminho….

 

 

Anúncios

Ratinho Jr. e às mulheres na vice

Padrão

Quando não são os “nervos” são os “choramingos” que dão o tom do debate político no Paraná, primeiro com Richa e depois com Gleisi.

No entanto, a celeuma do vice do Beto Richa com Ratinho Jr. propiciou um  um avanço para as mulheres na política no Estado do Paraná. Acho que nunca tivemos uma preocupação tão singular com o vice, e agora, são “as” vices.

Mais uma vez Ratinho foi o protagonista. Ele não é o vice de Richa, mas pautou o debate levando duas mulheres, Cida e Rosane, como vices. É, pouco ou querem mais?

ratinho jr

ratinho jr

Reinventando o vice

Padrão
reinventar

reinventar

Apesar da Copa do Mundo e mesmo com ela, as Eleições no Paraná estão pegando fogo.  O debate tem sido em torno dos “vices”. No Brasil, os “vices” estão inseridos num processo histórico importantíssimo e desempenharam o papel de protagonistas na história política recente do nosso país.

Existem pesquisas avaliando qual é a capacidade do “vice”, se “puxa votos” se “transfere votos”, enfim, qual é o seu papel? – As respostas são controversas. No entanto, no cenário paranaense, para entender o papel do “vice” temos que qualificá-los. Como exemplo, Ratinho Jr., não é qualquer “vice”, é jovem, bom de voto, carismático e tem um protagonismo político que destoa dos demais políticos paranaenses.

Pois bem, todos os principais atores políticos, em disputa pelo Palácio Iguaçu, estão sem um “vice”, mas há muitos se desenhando.

Como já mencionei, no atual quadro, o melhor dos cenários para o Beto Richa, seria ter como seu “vice” Ratinho Jr. Há informações de que isso não acontecerá.  O que resta para Richa é buscar um “vice” com um perfil próximo ao de Ratinho para sair da atual estagnação (o que é muito difícil).

Outra boa alternativa seria buscar uma mulher, fugiria das mesmices que tem sido divulgadas e poderia trazer alguma  novidade para o cenário. Sem falar, que incrementaria o debate e tiraria a exclusividade da presença feminina da corrida eleitoral protagonizada por  Gleisi Hoffmann.

Talvez o mote e a principal mensagem  para os candidatos  seja o conteúdo da última Campanha do Ratinho Jr. “reinventar”, porque com mais do mesmo não vai.

 

 

A presença de Ratinho Jr. em ninho tucano não está sendo bem digerida

Padrão
Ninho tucano será espinhoso para Ratinho Jr.

Ninho tucano será espinhoso para Ratinho Jr.

Não há nada de científico no meu procedimento, mas conversei com cidadãos comuns, ou seja, aqueles que não ligam muito para a política, na linha do Schumpeter, ou seja, estão mais voltados aos seus próprios interesses e descobri o seguinte.

Pois bem, das 30 pessoas com as quais conversei, TODOS que votaram no Ratinho ficaram decepcionados com o seu ingresso no governo tucano e  na próxima eleição vão tucanar, isto é abandonarão o Ratinho na urna.

Nesse contexto, peço para que algum iluminado me esclareça porque um político como o Ratinho Jr. abandona seu mandato federal para ficar aqui na Província?

Eu mesma, em conversas breves, encontrei uma tênue tendência, porque o Ratinho Jr. não procurou uma consultoria antes de tomar uma decisão política desse porte?  E pior, o Ratinho Jr. em nenhum momento justificou para os seus eleitores porque está deixando Brasília, nem uma única palavra.

Quanto mais acompanho essas decisões, mais percebo a falta que os cientistas políticos (as) fazem nas assessorias. As decisões parecem intempestivas e mal pensadas.

Bom, a próxima eleição dirá.

 

 

 

Ratinho Jr. na SEDU, a política na Província do Paraná perde

Padrão
Ratinho Jr. na SEDU.

Ratinho Jr. na SEDU.

Aqui nas bandas da Província Política do Paraná, mesmo os bem-sucedidos, ricos, bem-assessorados cometem erros grassos, e a pior tomada de decisão que o Ratinho Jr. poderia ter, seria compor o Governo do Beto Richa.

Explico porque. Ratinho possui um capital político extremamente expressivo e não deveria entrar em qualquer grupo político, especialmente o do PSDB que está no poder aqui no Paraná, ele deveria continuar se apresentando como o “novo”, aquele que representa a “nova política”, ao se misturar com um governo ele compromete aquele imaginário que estava construindo nas eleições municipais de 2012.

A política tem dessas coisas… mas tenho mais dúvidas do que certezas quanto essa sua opção.

O “Cara” do Fruet é…?

Padrão

A pergunta do jornalista e blogueiro Esmael Moraes foi provocativa, tentarei responder.

Primeiramente acho que a comparação realizada pelo Blog do Esmael entre o ator Cláudio Castro, o Anão,  é um demérito ao Wilson Picler. O Picler é um empresário de sucesso no ramo do ensino superior possuindo um dos maiores grupos em educação a distância no Brasil, sendo praticamente um dos desbravadores dessa área, introduzindo inovações tecnológicas e conceituais pensadas por ele próprio, na maioria das vezes. O ponto de onde saiu e onde chegou é um mérito da inteligência dele. Está na política há mais de dez anos, aproximadamente, e tem construído sua trajetória política dentro do PDT, e desenhou dentro desse histórico uma passagem por Brasília como deputado federal.

Por outro lado, o ator Cláudio Castro conheci agora. Não sou contra a “política com humor”, mas vamos combinar que o Esmael forçou a barra, pois são perfis absolutamente distintos, um é ator com os seus méritos e  o outro é um político em construção e empresário de sucesso. Uma propaganda lúdica para ficar por aqui…

Assim, depois de pontuar algumas questões vamos para a resposta, o “cara” do Gustavo Fruet na verdade são os “caras” do Gustavo Fruet.

1) É inegável que o Fruet chegou ao PDT por meio do empenho pessoal do Wilson Picler;

2) A presença da sua esposa, Márcia Fruet, foi marcante na campanha, incluindo as “espinafradas” que o Fruet não dava que ficaram por conta dela;

3) O “cara” que fez a sacada da  idéia da “mudança com segurança”;

4) O “cara” que deu um “up” a uma campanha que no primeiro turno foi absolutamente apática quando comparada a do Ratinho Jr. Ou seja, o ator Cláudio, trouxe alegria e despojamento para a campanha do Fruet;

5) O “cara” foi o que pensou o processo de desqualificação do Ratinho Jr. por ele ser jovem e que não encontrou resposta do adversário a altura, ou seja, não conseguiram reverter o jogo;

6) O “cara” foi aquele que captou a jovialidade da campanha do Ratinho Jr. e a inseriu na campanha do Fruet;

7) O “cara” foi aquele que com o discurso da “mudança com segurança” cativou os votos que tinham sido do Luciano Ducci;

8) O “cara” foi o “desinfeliz” para o PSC e o “super-feliz” para a “Coligação Curitiba quer ser mais” que sugeriu que o Ratinho Jr. deveria bater no PT. O que o Fruet e toda a sua equipe não conseguiram fazer no primeiro turno o Ratinho Jr. fez  sozinho, ou seja, ao bater no PT conseguiu uni-lo em torno do Fruet. Aí a vaca, ou melhor, o PSC foi para o brejo;

9) O “cara’ foi o jurídico da campanha do Fruet que jogou o jogo muito bem;

10) O “cara” foi o Wilson Picler que não jogou a toalha, quando outros já tinham jogado;

11) O “cara” foi o IRG, do Ricieri Garbelini, que mostrou a realidade dos dados;

12) O “cara” do Fruet foi o próprio Fruet quando começou dar nome aos “bois”, ou seja, os seus adversários.

O que eu quero dizer é que uma vitória não é de um ator ou de dois atores, há diversos atores e pequenos gestos que se tornam grandes em política. Então, cada um contribuiu de uma forma, e para cada um essa foi a melhor contribuição possível, é o que basta.

Uma vitória não se faz somente com dinheiro se faz também com muitas pessoas.